João Alfredo Schleder

Percussionista

 

 

Administrador, produtor cultural, diretor artístico e musical, nasceu no Rio de Janeiro em 31 de janeiro de 1949 e é integrante do conjunto Galo Preto desde 14/04/81.

Neto da pianista, professora e maestrina Grizelda Lazzaro Schleder e do violinista João Schleder, sobrinho do pianista Walter Schleder e pai da cantora lírica Fernanda Schleder, João Alfredo é a terceira geração da família a se dedicar a música.

Como integrante do conjunto Galo Preto já se apresentou aproximadamente 900 vezes em shows, gravações e workshops, no Brasil e no exterior.

Já acompanhou em shows, saraus e gravações grandes instrumentistas, compositores e intérpretes como Raphael Rabello, Hermeto Pascoal, Sivuca, Zé Menezes, Cristóvão Bastos, Paulo Moura, Zé da Velha, Paulinho da Viola, Nelson Cavaquinho, João Nogueira, Elza Soares, Marisa Monte, Miltinho, Jonny Alf, Alcione, Beth Carvalho, dentre outros.

Como produtor cultural, atuou em produções no Brasil e no exterior para o conjunto Galo Preto e é autor de seis projetos ligados a música popular brasileira aprovados pelo no Ministério da Cultura, em fase de captação de recursos.  Como principal trabalho nesta área, assinou a co-autoria e a direção musical do projeto “Troféu Eletrobrás de Música Popular Brasileira", que esteve em cartaz no Teatro Rival do Rio de Janeiro no período de 29/01 a 23/07/99.

Prestou consultoria sobre timbres e sonoridade do pandeiro ao fabricante de instrumentos de percussão Edgardo Cardoso no desenvolvimento do projeto “Pandeiro Modelo João Alfredo” - proposto e realizado por aquele luthier -, concluído em junho de 1998 com a construção do primeiro exemplar da série sob a sua chancela. 

Além de criações em parceria com Carlos Newton e Otávio de Moraes, é o autor do “Hino a Faculdade Moraes Júnior”, por onde se formou em Administração de Empresas em 1974.

De formação musical adquirida na prática e na pesquisa, dedicou-se profundamente a criação e a adaptação de instrumentos de percussão o que além de lhe valer um pandeiro fabricado com o seu nome, o transformou em mestre nas técnicas instrumentais e no apuro da sonoridade percussiva, o que, juntamente com o Galo Preto ou individualmente, tem tido a oportunidade de difundir no Brasil e no exterior para alunos americanos, suecos, franceses, portugueses, argentinos e brasileiros.

 

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